Polícia investiga se corpo encontrado esquartejado em córrego é de gaúcha desaparecida em Florianópolis
Luciani Aparecida Estivalet Freitas está desaparecida em Florianópolis Redes sociais/ Reprodução A Polícia Civil investiga se o corpo encontrado esquarteja...
Luciani Aparecida Estivalet Freitas está desaparecida em Florianópolis Redes sociais/ Reprodução A Polícia Civil investiga se o corpo encontrado esquartejado em Major Gercino, no Vale do Itajaí, na tarde de quarta-feira (11), é da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, desaparecida em Florianópolis desde segunda-feira (9), segundo a Polícia Civil. Exames de DNA vão ajudar a confirmar a identidade da vítima. O corpo estava sem cabeça, pés e braços e foi encontrado por moradores, que viram um saco suspeito dentro de um córrego e chamaram a polícia. ✅ Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp VÍDEO mostra apartamento de gaúcha após desaparecimento em Florianópolis 'Pesso' e 'precionando': erros de português levaram família a registrar sumiço Em nota, a Polícia Científica, órgão pericial do estado, informou que uma equipe esteve no local para coleta de vestígios. Os materiais coletados estão sendo submetidos a exames laboratoriais, que incluem exames de DNA. Erros de português levantaram suspeita Segundo Matheus Estivalet Freitas, irmão de Luciani, o último contato com ela ocorreu em 4 de março. Na segunda-feira, após receber mensagens suspeitas enviadas pelo celular da corretora — repleta de erros gramaticais —, no entanto, a família decidiu registrar o desaparecimento na polícia. Em uma delas, Luciani diz que está bem, mas que estaria sendo perseguida por um ex-namorado (veja abaixo). De acordo com o irmão, Luciani atua como corretora e administradora de imóveis na região da praia do Santinho, área turística no Norte da Ilha. Mensagem suspeita acendeu alerta à família de Luciani Aparecida Estivalet Freitas, desaparecida em Florianópolis Arquivo pessoal Questionada pelo g1, a Polícia Civil não detalhou a linha de investigação, nem disse se suspeitos já foram identificados. Após as mensagens recebidas pela família, a proprietária de um imóvel administrado por ela há dois anos também afirmou ter recebido mensagens questionáveis após atraso no pagamento de faturas. "Proprietários de imóveis entraram em contato que ela não repassou os aluguéis também. Chamaram ela na quinta e não obtiveram retorno. Ela somente dizendo que 'estava na correria e já faria'. Nunca houve atraso nos repasses, e nem demora no retorno das mensagens", disse o irmão. Polícia Civil investiga sumiço de mulher que mora no Norte da Ilha, em Florianópolis VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias